FEEAC e sindicatos apoiam a campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

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Conhecido inicialmente como 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a iniciativa foi criada em 1991, por 23 feministas de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), localizado nos EUA. Trata-se de uma mobilização educativa e de massa, que luta pela erradicação desse tipo de violência e pela garantia dos Direitos Humanos das mulheres.

 

Atualmente, acontece em 159 países. Internacionalmente, tem início no dia 25 de novembro (Dia Internacional da Não-Violência contra as Mulheres) e término no dia 10 de dezembro (Dia Internacional dos Direitos Humanos). Mas, no Brasil, são 21 Dias de Ativismo, pois inicia em 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra, e termina em 10 de dezembro.

 

Neste períodos, mais duas importantes datas são celebradas: 1º de dezembro, Dia Mundial de Combate à AIDS, e 06 de dezembro, Dia de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

 

O começo antecipado no Brasil se deve ao 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, para enfatizar a dupla discriminação sofrida pela mulher negra.

 

A FEEAC e os sindicatos que representam os trabalhadores e as trabalhadoras da limpeza, asseio e conservação participam, ajudando a divulgar a campanha, com publicações educativas nas suas redes sociais e apoio às iniciativas que visam o fim da violência contra a mulher, assim como a melhora das condições de vida e de trabalho para as mulheres que, geralmente, são as que mais sofrem com o desemprego, os salários baixos, a falta de políticas públicas e de acolhimento, além da violência.

 

BASTA!

 

A viole?ncia contra as mulheres e? um feno?meno social que atinge mulheres de todas as idades, rac?as, religio?es, classes sociais e ni?veis educacionais. A ONU estima que 1 em cada 3 mulheres no mundo sofra viole?ncia em algum momento de suas vidas.

 

VIOLE?NCIA DOME?STICA E FAMILIAR: a partir da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), as mulheres passaram a ter um mecanismo legal que estabelece medidas de prevenc?a?o, assiste?ncia e protec?a?o, ale?m de punic?a?o aos agressores. A Lei preve? cinco tipos de viole?ncia: fi?sica, psicolo?gica, sexual, patrimonial e moral. Em qualquer Delegacia de Poli?cia, a vi?tima pode registrar a ocorre?ncia e pedir medidas protetivas de urge?ncia. Na?o tenha vergonha e na?o se sinta culpada. Procure ajuda.

 

FEMINICI?DIO: inclui?do no Co?digo Penal pela Lei 13.104/2015 como qualificadora do homici?dio, e? considerado um crime hediondo. A partir da lei, matar por razo?es de viole?ncia dome?stica e familiar ou quando ha? menosprezo e discriminac?a?o a? condic?a?o de mulher tornam o crime qualificado e ha? aumento da pena. Uma mulher na?o pode ser morta pelo simples fato de ser mulher. Na?o se cale! Sile?ncio mata!

 

OUTRAS FORMAS DE VIOLE?NCIA CONTRA A MULHER: estupro, asse?dio moral, asse?dio sexual, ca?rcere privado, tra?fico de mulheres, pornografia da vinganc?a e alguns tipos de viole?ncia psicolo?gica que ressaltam o machismo na sociedade, por exemplo: interromper a mulher quando esta? falando (manterrupting), explicar algo que ja? e do conhecimento da mulher, desmerecendo seu conhecimento (mansplaining), fazer a mulher achar que esta? ficando louca ou descontrolada (gaslighting).

 

Muitas das vezes, a viole?ncia cometida contra a mulher tambe?m e? praticada contra os filhos, prejudicando o sauda?vel desenvolvimento das crianc?as e adolescentes. Quando a mulher e? agredida, toda a fami?lia sofre. Acabe com essa situac?a?o. Denuncie! Viver sem viole?ncia e? um direito de todas as mulheres!

 

SE VOCE? E? VI?TIMA OU CONHECE ALGUE?M QUE SOFRA VIOLE?NCIA, PROCURE AJUDA!

 

Em casos de urge?ncia e emerge?ncia: Ligue 190

Para saber onde existem servic?os ou fazer uma denu?ncia: Ligue 180

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